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Uma comitiva de prefeitos da Amop (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná) e líderes políticos locais está em visita à RMVA (Região Metropolitana do Vale do Aço), em Minas Gerais. O objetivo da viagem é conhecer como funciona o modelo de sucesso na região e voltar com ideias e diretrizes para aplicar à Região Metropolitana do Oeste. "Estamos animados", comentou o prefeito de Santa Tereza do Oeste e presidente da Amop, Amarildo Rigolin. A RMVA foi instituída pela lei complementar nº 51 em 1998, sendo efetivada como região metropolitana em 12 de janeiro de 2006. Além de Ipatinga, que sedia a Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço, que administra a RMVA, ela é composta pelas cidades de Coronel Fabriciano, Santana do Paraíso, Timóteo e pelo colar metropolitano, que é constituído por outros 24 municípios. No primeiro dia de visita (22) a comitiva recebeu um apanhado de informações sobre como a região funciona, quais os custos, o modelo de gestão e o arranjo institucional que compõe o Vale do Aço. No segundo dia (23), os prefeitos e líderes políticos fizeram uma visita técnica pela manhã e à tarde apresentados a mais informações: "Vamos mostrar a eles o PDDI, Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, que é obrigatório e engloba o futuro, o plano de ações para o Vale do Aço e o macrozoneamento da região. Esses instrumentos de planejamento contém as diretrizes e orientações para as políticas públicas, que podem servir de modelo ao Oeste do Paraná. Lógico que eles terão que adaptar à legislação estadual, mas esperamos que com todas essas informações eles consigam consolidar um modelo mais adequado à região, e nós nos colocamos à disposição para ajudar na implantação", disse do diretor-geral da Agência de Desenvolvimento, Carlos Magno. O presidente da Amop, Amarildo Rigolin, ficou animado. "Faltavam essas informações e esclarecimentos na prática. Ficamos animados e vamos voltar cheio de ideias", disse. O prefeito de Capitão Leônidas Marques, Ivar Barea, também está na comitiva. Ele classificou como mais importante os esclarecimentos repassados sobre o custeio administrativo da região, que era uma grande preocupação. "A forma que eles construíram dá para aplicarmos no Oeste. A Agência é custeada pelo Estado e os custos aos municípios são quase zero. Um montante de 0,04% da receita líquida dos municípios vai para um fundo metropolitano, que canaliza os investimentos de acordo com os interesses e necessidades da região. Agora vamos ver se o Estado vai querer implantar", disse. O coordenador regional do Governo do Paraná na região Oeste, Severino Folador, acredita que a visita tem como objetivo formatar um modelo para ser aplicado na região Oeste. Além das discussões e da parte teórica, já bastante debatida, a visita, ou parte prática, é de fundamental importância. "Queremos ter um modelo que nos dê condições de fazer um bom trabalho, sem virar um cabide de empregos. Depois daqui, vamos fazer um resumo de tudo que aprendemos e repassar aos demais prefeitos da Amop".
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